A história se passa em um verão particularmente quente nos anos noventa, em uma vila pequena e tranquila chamada Sotoba. Uma série de mortes misteriosas começa a se espalhar na aldeia, ao mesmo tempo quando uma família se muda para a mansão estranha Kanemasa há muito abandonada. Toshio Ozaki, decano do hospital somente em Sotoba, inicialmente suspeita de uma epidemia. Mas as investigações continuam e as mortes começam a amontoar-se, fazendo ele tornar-se convencido de que eles isso é trabalho dos mortos-vivos que assolam o vilarejo. Um jovem chamado Yuuki Natsuno, que odeia a vida na aldeia, começa a ser perseguido e cercado pela morte.
A história se passa em um verão particularmente quente nos anos noventa, em uma vila pequena e tranquila chamada Sotoba. Uma série de mortes misteriosas começa a se espalhar na aldeia, ao mesmo tempo quando uma família se muda para a mansão estranha Kanemasa há muito abandonada. Toshio Ozaki, decano do hospital somente em Sotoba, inicialmente suspeita de uma epidemia. Mas as investigações continuam e as mortes começam a amontoar-se, fazendo ele tornar-se convencido de que eles isso é trabalho dos mortos-vivos que assolam o vilarejo. Um jovem chamado Yuuki Natsuno, que odeia a vida na aldeia, começa a ser perseguido e cercado pela morte.
Poltergeist
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Poltergeist (do alemão polter, que significa ruído, e geist, que significa espírito) é um tipo de evento sobrenatural que se manifesta deslocando objetos e fazendo ruídos.
Acredita-se que o foco dessa perturbação é muitas vezes uma criança na fase da puberdade, em geral do sexo feminino. O evento caracteriza-se por estar relacionado a um indivíduo e por ter curta duração. Difere da chamada assombração, que pode-se estender por anos, sempre associada a uma área, geralmente uma casa.
No fenômeno poltergeist um espírito perturbado usa o indivíduo para se manifestar, às vezes de forma agressiva, fazendo objetos como pedras, por exemplo, voarem pelos ares atingindo objetos e outras pessoas. Para a manifestação desse espírito, segundo a literatura espírita, é necessária a presença de um médium de efeitos físicos, ainda que seja completamente alheio à sua faculdade, para que os fenômenos ocorram.
Há casos famosos na parapsicológica, como o da família Lutz que, em 1976, foi atormentada por entidades inferiores durante os 27 dias que viveram em uma casa na pequena cidade de Amityville, nos Estados Unidos da América, que passaria às telas de cinema com o nome de Horror em Amityville. Um dos integrantes da família, George Lutz afirmou que durante a noite ouvia o ruído de umabanda marcial tocando na sua sala de estar, evento só constatado por ele. Geralmente, o poltergeist deixa de se manifestar em poucas semanas. Diferente das assombrações, que podem ferir seres humanos, o poltergeist tem como objetivo apenas o manifestamento de sua força sobrenatural. Alem disso,esse fenomeno pode levar pessoas a sentir tensão por seus familiares,e obriga-los a ter relações sexuais entre sí,ou com a pessoa possuida
Também existe o filme, Poltergeist :
Passageira Fantasma: Certo dia, um motorista de táxi rodava pela avenida José Bonifácio em frente ao cemitério Santa Izabel quando uma linda jovem fez sinal. Ele parou e ela pegou o táxi. Eles deram uma volta na cidade e ele a trouxe de volta para o cemitério. Na hora de pagar, ela mandou que ele fosse receber na casa dos seus pais. Deu-lhe o endereço completo. No dia seguinte, ele foi cobrar o dinheiro.encontrou a casa, bateu, um senhor veio recebê-lo. Ele disse que viera cobrar o dinheiro pela corrida de táxi que sua filha havia feito. O pai disse que não era possível, que a sua filha tinha morrido já a alguns anos. -Será que errei de casa, diz o motorista. Então o motorista começou a ver algumas fotos que estavam na parede e disse: – É aquela moça. O motorista saiu perplexo, quase louco, sem saber o que tinha acontecido na noite anterior.
Uma historinha pequena só para avisar que eu voltei de viagem !! ^^
Le Portrait de Petit Cossette (コゼット の 肖像 Kozetto não Shozo?) é uma animação de vídeo original produzida pela Aniplex. Ele durou 3 séries OVA episódios e ocorreu em 2004. Ela foi licenciada para distribuição norte-americana pela Geneon e lançado como Le Portrait de Petite Cossette . TV fusível difundir o anime como parte de sua explosão Anime Weekend em 15 de dezembro de 2007. O Anime Network atualmente é streaming on-line série e adicionou-o para o seu vídeo sobre as ofertas de demanda de 5 de maio de 2010.
A série centra-se em Eiri Kurahashi, um estudante de arte de faculdade que trabalha em uma loja de antiguidades. Um dia, ele vê a imagem de uma menina em um vidro antigo. Para sua surpresa, ela parece estar se movendo e viver a sua vida diante de seus olhos. Ele se apaixona pela garota, e uma noite à meia-noite, de alguma forma ele faz contato com ela. Ele descobre que seu nome é Cossette, e que ela era filha de um aristocrata durante o século 18. Ela lhe revela que seu espírito foi aprisionado dentro do vidro, porque o artista Marcello Orlando assassinou. Ela diz que Eiri, a fim de libertá-la, um homem deve estar disposto a tomar sobre si o castigo pelos pecados cometidos Marcello.
Como a série progride, Eiri é torturado mentalmente e fisicamente por Cossette, que exige que ele provar seu amor declarado por ela. É revelado que Eiri é a reencarnação de Marcello, e que Cossette está se tornando tão apaixonada por ele quando ele está com ela. Também retratado são os esforços das mulheres em Eiri de vida de familiares, amigos, mentores, e da menina que, secretamente, o ama-libertá-lo de que está se tornando evidente para eles como um caminho auto-destrutivo.
"Quem me amaria tanto, a ponto de renunciar
sua própria vida? Se alguém se afogasse no mar por minha causa... Nesse
instante eu seria libertada dessa pedra. Devolvida à vida. Poderia voltar a
viver. Mas... se algum dia eu fosse trazida de volta à vida pela pessoa mais
querida que possuo. Nessa hora, eu ia chorar solitária. Choraria só, procurando
pela minha pedra.
Mesmo que
meu sangue fosse tão doce como vinho, quão admirável seria? Afinal, não posso
trazer de volta das profundezas do oceano a pessoa que mais me amou."
Cossette.
Localizada entre as estradas Princeton e Millikin em Liberty Township, Ohio, a estrada Maud Hughes, também conhecida como "A Ponte que Grita", é o local de vários contos mortais e misteriosos. A ponte fica por cima de uma ferrovia e teve vários nomes desde 1870 – The Short Line, Big Four, Conrail, entre outros. A estrada de ferro está localizada a 7,62 metros abaixo da ponte.
Existem relatos de pelo menos 36 pessoas foram mortas na ponte ou ao redor dela. Figuras fantasmagóricas, névoas e luzes já foram vistas, assim como figuras negras encapuzadas e um trem fantasma.
Dizem que essa ponte possui vários sulcos, e quando um carro passa por ela, faz um som parecido com o de uma pessoa gritando, por isso se chama a Ponte que Grita.
Mas as lendas contam uma origem mais sinistra para o nome. Uma das mais antigas tragédias ligadas à ponte foi um acidente nos trilhos onde dois homens morreram escaldados. Porém, esse acidente ocorreu em outro distrito. De alguma forma o acidente foi atribuído à ponte.
Outra lenda diz que um casal estava discutindo quando cruzaram a ponte, e a mulher foi empurrada, ou caiu, e morreu. Alguns dizem que ainda pode-se ouvir o casal discutindo, seguido dos gritos da mulher. Uma variação dessa lenda diz que o carro do casal quebrou. O namorado saiu para conseguir ajuda, e quando voltou encontrou sua namorada enforcada na ponte.
Há também a lenda de uma mulher que atirou seu bebê recém-nascido da ponte e depois se enforcou. Juntando tudo, cerca de 36 pessoas supostamente morreram nos arredores da ponte. Além dos famosos gritos, há também relatos de maquinistas e trens fantasmas, orbes e figuras encapuzadas. Dizem também que são realizados rituais satânicos embaixo da ponte.
Existem relatos de pelo menos 36 pessoas foram mortas na ponte ou ao redor dela. Figuras fantasmagóricas, névoas e luzes já foram vistas, assim como figuras negras encapuzadas e um trem fantasma.
Dizem que essa ponte possui vários sulcos, e quando um carro passa por ela, faz um som parecido com o de uma pessoa gritando, por isso se chama a Ponte que Grita.
Mas as lendas contam uma origem mais sinistra para o nome. Uma das mais antigas tragédias ligadas à ponte foi um acidente nos trilhos onde dois homens morreram escaldados. Porém, esse acidente ocorreu em outro distrito. De alguma forma o acidente foi atribuído à ponte.
Outra lenda diz que um casal estava discutindo quando cruzaram a ponte, e a mulher foi empurrada, ou caiu, e morreu. Alguns dizem que ainda pode-se ouvir o casal discutindo, seguido dos gritos da mulher. Uma variação dessa lenda diz que o carro do casal quebrou. O namorado saiu para conseguir ajuda, e quando voltou encontrou sua namorada enforcada na ponte.
Há também a lenda de uma mulher que atirou seu bebê recém-nascido da ponte e depois se enforcou. Juntando tudo, cerca de 36 pessoas supostamente morreram nos arredores da ponte. Além dos famosos gritos, há também relatos de maquinistas e trens fantasmas, orbes e figuras encapuzadas. Dizem também que são realizados rituais satânicos embaixo da ponte.
Aproveitando para avisar que talvez eu viaje amanhã e não poderei postar, assim como os outros postadores que também estão nessas condições !! Então é isso, talvez um dos postadores poderá postar a partir de sábado !! Só para constar eu voltar lá por terça-feira !! Até gente \o\ *--*
Não sei se alguém tem conhecimento disso, mas nos navegadores Mozilla Firefox, Netscape e Seamonkey se você digitar na barra de endereços “about:mozilla” a tela fica vermelha e com um pequeno texto como se fosse uma passagem da Bíblia. Mas na verdade é uma passagem do “Livro de Mozilla”. Aparece o seguinte texto:
Mamon adormeceu. E o renascimento da criatura disseminou-se pela terra e seus seguidores tornaram-se exércitos. E eles apregoaram a mensagem e sacrificaram lavouras com fogo, com a astúcia das raposas. E eles criaram um novo mundo à sua imagem e semelhança conforme prometido pelo texto sagrado e contaram da criatura para suas crianças. Mamon despertou e, veja só, nada mais era do que um discípulo. De O Livro de Mozilla, 11:9 (10ª edição)
Em outras edições do mozilla também aparece essa mensagem:
Por fim, a criatura sucumbiu e os infiéis regozijaram-se. Porém nem tudo fora destruído, pois das cinzas ergueu-se um imponente pássaro. O pássaro mirou os infiéis e lançou sobre eles o fogo e o trovão. A criatura renascera com forças renovadas e os discípulos de Mamon encolheram-se horrorizados. de O Livro de Mozilla, 7:15
Estariam os navegadores escondendo alguma profecia? Teriam eles algum pacto? Será que existe realmente o Livro de Mozilla? Testem aí e vejam o que aparece. A verdade é que Mamon, em algumas culturas ligadas a religião católica é o filho de Satã. Por isso surgiu a lenda do pacto. Entretanto há quem diga que a passagem se refere a Microsoft e que Mamon seria a empresa de Bill Gates. O que parece é ser uma brincadeira muito bem elaborada para despertar a curiosidade e fazerem os usuarios baixarem o Firefox. No entanto, fica a dúvida porque toda edição aparece com uma mensagem nova. Veremos no que isso irá terminar.
Fonte :http://ahduvido.com.br/50-lendas-urbanas
Reza a lenda que no norte de Minas, às margens do Rio Urucuia, nas noites de sexta-feira, próximo à meia-noite, um misterioso pirangueiro descia rio abaixo em sua canoa, ponteando sua viola em uma afinação desconhecida na região até então.
A população ribeirinha tratava de fechar as janelas de suas cabanas e se colocavam a rezar ao ouvir o ponteado daquela viola misteriosa… um ponteio diferente… um "toque" nunca antes ouvido que enchia aquele povo simples de pavor e admiração pois a viola sempre foi um instrumento típico do meio rural desde os tempos da colonização. Foi trazida de Portugal para o Brasil pelos primeiros colonizadores e Jesuítas que utilizavam seus acordes harmoniosos em cantigas de roda e cânticos religiosos. Mas naquela região do Urucuia algo de sobrenatural estava acontecendo…
Aquele "violeiro" não era deste mundo… ninguém em sã consciência desceria religiosamente nas noites de sexta-feira rio abaixo ponteando a viola naquela escuridão com tanta naturalidade e maestria… Logo boatos começaram a circular: o misterioso violeiro não era ninguém mais que o próprio "dito cujo", o "capiroto", o "tinhoso" em pessoa que descia rio abaixo à procura de violeiros com coragem suficiente para desafiá-lo… ou quem sabe à procura de moças desavisadas, apaixonadas pelo ponteio da viola que até hoje "encanta" tanta gente…
Mas o fato é que os violeiros daquela época remota acabaram "pegando de ouvido" aquela afinação e a batizaram de "afinação rio abaixo" ou "afinação do capeta" como alguns preferem… Em todas as regiões do Brasil, várias afinações foram criadas, algumas "alteradas" ou com diferentes nomes, mas nenhuma possui o "encanto e o mistério" da afinação rio abaixo.
Uma lendinha brasileira só para dar uma variada ^---^
O pequeno aluno
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17:33
Alguns anos atrás, em uma escola, um jovem aluno brincava junto aos demais colegas no pátio durante o intervalo. Todos beiravam os dez ou onze anos.
Enquanto as crianças brincavam, uma das vigas de sustentação despencou e caiu sobre o pequeno menino. Os outros alunos corriam e gritavam para todos os lados. O cérebro do pequeno espalhou-se pelo chão inteiro. Infelizmente a engenharia do prédio havia sido falha e causou a morte de um inocente.
Anos após o acontecido, as crianças ainda estudam nesta escola, onde murmúrios de vozes e ruídos espalham-se até hoje. A escola se situa ao lado da pracinha da cidade e do lado também de uma quadra de esportes. À noite, as pessoas que passam por ali juram ouvir o barulho de uma criança jogando futebol e até por vezes, dizem ver um menininho correndo para lá e para cá..
Bom, mesmo que muitos não acreditem, essa história aconteceu a 10 anos. Na época em que nasci, o programa de televisão do momento era um que tinha o Fofão. Como todo personagem que está na mídia, criaram o boneco dele. Minha mãe me deu um de presente. Não sei exatamente a quando, mas tenho foto com esse boneco ainda quando era bebê. O tempo foi passando e eu adorava o boneco. Quando estava na 2ª série, tinha 8 anos, meus amigos de classe ficavam contando histórias assustadoras para amedrontar a galera. E tinha um dos meninos, chamado Murilo (nunca mais esqueci o nome dele), que contou uma história de que se uma pessoa que tivesse o boneco do fofão e abrisse ele, encontraria dentro dele, uma espada preta e pontuda com um selo com uma mancha vermelha, e que se alguém encostasse na espada teria 7 anos de azar, exceto a dona, no caso, eu. Eu fiquei encucada, porque adoro histórias sobrenaturais e acredito nelas. Meu pai dava aula fora da cidade uma vez por semana, e quando ele ia, minha tia dormia lá em casa pra fazer companhia pra nós. Um dia contei a história pra minha mãe. Ela não acreditou, e eu, morrendo de medo, enchi o saco dela até ela abrir. Ela abriu justamente no dia em que meu pai havia viajado e minha tia tava lá em casa. Quando abrimos, encontramos a tal espada com a etiqueta manchada de vermelho e encostou na tal espada. Minha mãe ficou pasma e queria mostrar para o meu pai. Mas ela ficou morrendo de medo do boneco. Eu e minha tia, isso era a noite, pegamos o boneco e o jogamos num terreno baldio perto da minha casa. A partir disso, apareceram tantas doenças na minha mãe. Ela teve que operar 2 vezes de tumor no seio, teve glaucoma, adquiriu hepatite C, artrite e bolsite, e não fica só por aí. Ela adquiriu também uma doença no osso que não tinha cura, somente tratamento. Hoje, passado 8 anos, minha mãe ainda tem todas essas doenças, mas nenhuma delas incomodam mais, parece que nem tem, mas tem. Eu não me lembrava desse detalhe de azar por 7 anos, mas juntado tudo o que aconteceu me lembrei. Essa história morreu para os meus pais, e minha irmas, que sao mais novas, não sabem da história. E eu, toda vez que vejo ele na tv, tremo na base...
Fonte : Desconhecida
10 coisas inusitadas que já caíram do céu!
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17:00
Uma cena do filme magnólia marcou muitas pessoas, mesmo que grande parte nunca a tenha entendido muito bem, a chuva de sapos (clique aqui para ver no YouTube). na vida real ninguém espera que nada caia do céu a não ser chuva, se bem que algumas pessoas jogam coisas incríveis de suas janelas. Confira abaixo 10 coisas esquisitas que caíram do céu.
1 – Dinheiro – Vamos começar por alguma coisa que com certeza você queria caindo na sua cabeça. Na cidade de Worms (que nome horrível para uma cidade), na Alemanha, uma mulher estava dirigindo quando percebeu pelo espelho retrovisor de seu carro que notas de Euros estavam caindo do céu. Ela parou e começou a catar o máximo possível. Segundo a polícia ela pegou uma quantidade substancial de dinheiro. Como a motorista era honesta ela levou o dinheiro até a polícia, que ao chegar no local não encontrou mais nenhuma nota (por que será?) e nem conseguiu identificar a origem da chuva de dinheiro.
2 – Vermes – Passando para algo completamente nojento. Imagine estar indo trabalhar e de repente vermes começarem a cair na sua cabeça? Foi o que aconteceu com a policial Eleanor Beal e uma outra oficial, da cidade de Jennings, no estado da Louisiana. Segundo ela quando os vermes começaram a cair do céu ela só os viu quando eles estavam rastejando por cima dela. A explicação mais razoável para este evento está em uma tromba d’água que surgiu a menos de 8 quilômetros dali.
3 – Vaca – Agora vemos algo absurdo cair do céu. A última vez que vi uma vaca voando foi no filme Twister, mas a situação aqui é ainda mais bizarra. Um barco de pesca japonês foi resgatado enquanto afundava. A tripulação afirmava que uma vaca havia caído do céu, abrindo um buraco no casco e afundando seu navio. As autoridades não engoliram a “história de pescador” e colocaram todo mundo na cadeia. Impressionantemente, cerca de 2 semanas depois, a força aérea russa informou aos japoneses que a tripulação de um de seus aviões de carga havia roubado uma vaca e colocado no avião para que esta servisse de alimento. O animal se revoltou durante o vôo e começou a destruir tudo. Para salvar o avião e suas peles eles jogaram a vaca de uma altitude de 30 mil pés (cerca de 9 quilômetros), que coincidentemente acertou a embarcação japonesa.

4 – Sangue – Chover sangue não é coisa simples, mas foi o que aconteceu durante 30 minutos no povoado de La Sierra, no município de Bagadó, na Colômbia. Pelo menos é o que afirmam seus moradores. Todos confirmam que a água da chuva estava vermelha como sangue e um dos moradores recolheu amostras que foram confirmadas como sendo realmente sangue. Não foi possível especificar se era humano ou de outro animal, nem mesmo o que pode ter motivado tal fenômeno. Logicamente o padre local determinou que se tratava de um sinal divino para que as pessoas deixem de viver em pecado.
5 – Carne – Recentemente nos cinemas você pôde ver choverem hambúrgueres, mas muito antes disso choveu pedaços de carne mesmo. Em 1876, perto da casa de Allen Crouch, em Kentucky, EUA, choveu carne cobrindo uma área com cerca de 91 metros de comprimento por 45 de largura. O céu estava claro e ela afirmou que a carne caindo parecia com grandes flocos de neve. Duas pessoas que provaram a carne afirmaram que poderia ser de cordeiro ou de veado. Na minha opinião alguém andou brincando com dinamite.

6 – Peixes – Se já choveu carne, por que não peixes? É exatamente o que aconteceu quatro vezes em Lajamanu, na Austrália. A cidade fica a centenas (isso mesmo, centenas) de quilômetros de qualquer vestígio de água. As chuvas de peixes aconteceram em 1974, 2004 e nos últimos dias 25 e 26 de março. São centenas de peixinhos caindo nas cabeças das pessoas. A explicação mais realista é a de que um tornado teria arremessado os animais para cima, fazendo-os cair na cidade. O estranho é que não houve registros de tornados nas imediações da cidade. Uma moradora confirmou que eles ainda estavam vivos quando caíram.
7 – Aranhas – Se você tem medo delas é bom pensar duas vezes antes de andar pela província de Salta, na Argentina. Christian Oneto estava viajando pela localidade com amigos durante a páscoa de 2007 quando se viu o chão coberto por aranhas de diferentes cores e medindo em média 10 centímetros. Ao invés de saírem correndo como a maior parte das pessoas faria, eles continuaram subindo a montanha e lá em cima viram diversas aranhas caindo do céu. Foi então que Christian tirou a foto que você confere acima.

8 – Substância gelatinosa não identificada – Em 2009 uma substância gelatinosa caiu do céu na Escócia e cientistas enviados pela National Geographic não conseguiram achar nenhum traço de DNA ou qualquer coisa que conseguisse identificar o que era aquilo. Algumas teorias apontam para ovários de sapos e rãs que foram regurgitados por aves, outras indicam que a substância é resultado de uma chuva de meteoros. Existem registros sobre este tipo de chuva por toda a Inglaterra, desde o século XIV.
9 – Neve multicolorida – Eu sei que muitos gostariam que isso fosse normal, assim os invernos em locais mais frios seriam mais coloridos. O negócio é que na realidade as coisas podem não ser tão divertidas assim. Em 2007, na Sibéria, a neve tinha cores como laranja, amarelo e verde. Ela fedia e ninguém sabe o motivo deste fenômeno. Oficiais de emergência da Rússia pediram para que a população não bebesse nem utilizasse a neve colorida. Não houve relatos de problemas de saúde relacionados a neve.

10 – Pássaros – Agora você vai me dizer que pássaros já estão no céu e que eles podem cair. O problema é quando centenas deles caem mortos ao mesmo tempo sem explicação. Isso aconteceu na vila de Coxley, perto de Wells, Inglaterra. O mais curioso é que o fato ocorreu em março deste ano, data próxima a chuva de peixes em Lajamanu.

Fonte: Do nosso parceiro El Mustachon
Reza a lenda que em uma cidade do interior vivia uma linda garota, que se vestia sempre de preto e usava maquiagens escuras, que escondiam toda sua beleza. Muitas vezes essa menina ia ao cemitério, onde ficava horas e horas, e algumas vezes era vista falando, como se alguém tivesse perto dela ouvindo-a, porém jamais havia pessoa alguma junto da garota.
Em um fim de tarde, o coveiro, que de tanto ver a garota falar sozinha por lá, resolveu perguntar com quem ela conversava e recebeu como resposta: “Eu converso com amigos e parentes que estão mortos”. Sem saber o que falar, ele apenas virou as costas e se afastou.
No dia seguinte, o coveiro viu a menina no mesmo lugar falando com ninguém, mas logo ela se levantou e veio caminhando em direção dele, com o rosto aflito, como se algo muito ruim tivesse acontecido e antes mesmo que ele pudesse dizer uma palavra, ela falou: “Hoje vou mais cedo, pois alguém lá dentro me falou que o motivo da minha angustia é o quevou fazer um passeio onde chorarei lágrimas de sangue e que na próxima vez que eu vier aqui estarei com os olhos fechados”.
Mais uma vez sem saber o que fazer e falar, o coveiro apenas observou enquanto a menina, que a essa altura ele achava que era louca, ir embora pela rua.
No outro dia o coveiro fazia sua caminhada solitária pelo cemitério em um triste final de tarde, quando percebeu que a menina não estava no lugar que costumava ficar. Pensando que talvez ela tivesse desistido daquela loucura, ele foi andando em direção necrotério, onde um velório estava em andamento. Como se alguma coisa o tivesse levado até ali, ele se aproximou e perguntou a um dos funcionários do local, quem estava sendo velado:
- Estão velando uma pobre menina que foi assassinada ontem, pobre garota tão jovem e bonita, foi atacada e teve os dois olhos furados com uma faca, antes de lhe cortarem a garganta… Coisa horrível, ela vai ser enterrada hoje, daqui meia hora no cemitério.
O coveiro com os olhos arregalados, rapidamente pensou que talvez fosse a menina que sempre vinha ao cemitério. Sem pensar muito ele adentrou no velório e chegou perto do caixão. Nesse momento um tremor percorreu toda sua coluna, pois quem jazia no caixão era a tal garota que conversava com os mortos.
Alguns dias se passaram e ele deixou a história de lado, até que em um fim de tarde, quando ele fazia sua caminhada pelo cemitério e estava chegando perto do túmulo da menina, ele começou a ouvir uma voz sussurrando, mas não havia ninguém, apenas o lugar totalmente vazio. Sem pensar duas vezes ele virou-se e deixou sua ronda incompleta.
No dia seguinte, duas garotas vieram visitar a falecida e quando saiam do lugar, pararam e perguntaram ao coveiro se mais alguém havia visitado o túmulo dela nesses dias. Ele respondeu que não, apesar de achar a pergunta estranha.
No outro dia uma das meninas veio novamente, fazer uma visita sozinha a sua amiga morta no final da tarde. Poucos segundos depois de chegar ao túmulo, o coveiro viu ela se virar e sair correndo e gritando, rapidamente ele foi atrás da garota e a perguntou o que aconteceu, ela respondeu em meio às lágrimas:
- Eu vi ela, eu vi ela! Estava lá com os olhos cheio de sangue, sangue escorrendo como se fossem lágrimas, ela ficou me olhando, com o olhar vazio e o rosto triste!
Ele ficou com o pé atrás, mas no outro dia sua curiosidade foi maior que tudo e acabou indo visitar o túmulo da garota, chegando lá se deparou com as rosas que as outras meninas haviam deixado, elas estavam em perfeito estado, mas com os espinhos cheios de sangue e na lápide estava escrito: “Não tenha medo de mim, sou uma pobre alma amaldiçoada e sofrida.”
No segundo que ele terminou de ler, começou a erguer os olhos lentamente, centímetro por centímetro, e quando sua cabeça estava virada para cima, ele viu na sua frente uma garota pálida e loira, com os olhos cheios de sangue e o rosto distorcido de sofrimento.
Depois daquele dia, o coveiro jamais voltou aquele cemitério e contava que quando o sol começa se esconder no horizonte, era possível ouvir e as vezes até mesmo ver uma menina sair correndo do cemitério segurando rosas em suas mãos e com os olhos sangrando.
Dizem também que a primeira garota que viu a amiga morta agora vai todos os dias ao cemitério e senta em frente ao túmulo da falecida. E fica ali conversando sozinha ou quem sabe tentando acalmar e consolar a alma de sua amiga assassinada…
Eaê povo \o\ vei .... amei essa lenda *--* espero que vocês também tenham gostado, flw \o\
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16:56
Perdido na noite de Halloween
Era noite de Halloweenm a lua cheia brilhava forte no céu. José bateu o copo de pinga com força no balcão e se despediu do atendente gordo que enxugava alguns copos do outro lado. De pé, ele notou que o mundo estava girando incontrolavelmente, o porre do dia havia sido “bão” como gostava de dizer.
Ele saiu do bar e virou à esquerda. Caminhou algumas quadras pelas ruas esburacadas e mal iluminadas quando se viu diante de uma bifurcação. A sua esquerda, uma mata densa e perigosa que tinha uma trilha pequena que o levaria até a fazenda onde trabalhava de peão e morava com sua esposa e filhos. A sua direita uma estrada de chão batido que o levaria ao mesmo destino, mas demoraria uns quinze minutos a mais. Normalmente ele não pensaria duas vezes, iria pela estrada que era segura que o guiaria certamente a sua casa, ele tinha medo não somente de se perder, mas também dos animais famintos que o teriam como presa fácil. Mas naquele dia resolveu ir pela trilha.
“Se eu ficar na trilha eu me não me perco, chego em casa mais cedo para encher de sopapos aquela vadia que se diz minha muié.” – disse excitado.
O álcool não deixava o medo controlar José que foi caminhando em direção a mata.
“Ô seu Zé.” - Escutou o bêbado de longe.
Quando olhou para trás viu um de seus amigos correndo em sua direção. Sem dizer nada ele olhou para o homem que se aproximava.
“Ô seu Zé, onde ocê ta indo sô?
“Onde ocê pensa seu bocó? Pra casa é craro uai.
“Se eu fosse ocê eu num entrava ai não. Ocê sabe que tem gente que morre ai por essas bandas e gente que desaparece também.
“Era só o que me faltava, vai te catar, eu quero chegar em casa logo.”
E José seguiu seu caminho ignorando seu amigo que continuou protestando até perceber que não teria nenhum resultado.
A escuridão aumentava a cada passo que ele dava, a mata se fechava ao seu redor e a trilha pouco a pouco desaparecia. José quis voltar, mas quando olhou para trás se deparou com a escuridão. Agora ele já não sabia em que direção tomar ou mesmo em que direção estava.
“Celeste eu vou te matar sua desgraçada, é tudo culpa sua, eu vou te matar.” – gritou o bêbado culpando sua pobre esposa por seu próprio erro.
Após o grito a natureza parecia mais viva do que nunca. O barulho de animais, insetos e plantas eram claros agora, pareciam chamar seu nome. José se virava de um lado a outro tentando ver alguma coisa e com medo de ser atacado. Algo se enrolou em sua mão o prendendo em uma árvore e ele gritou novamente, um inseto pousou em seu ouvido e ele ainda gritando deu tapas fortes e descontrolados em sua orelha tentando retirar o bicho que zumbia cada vez mais alto. Agora ele tinha certeza de que estava sendo atacado, sentia que vários insetos subiam por sua perna e muitos outros zumbiam ao seu ouvido. Desesperado ele chorou.
Para o seu terror passos fortes e altos vinham em sua direção. Seu maior medo havia se tornado realidade e ele seria atacado por um lobo, onça ou qualquer animal feroz e carnívoro que estava pronto para comer uma presa fácil.
“Celeste, eu só queria chegar em casa.” – repetiu o nome da esposa chorando.
“José. É ocê?” – disse uma voz conhecida.
Em um passe de mágica tudo desapareceu, os insetos já não subiam por suas pernas ou zumbiam em seus ouvidos. O que lhe prendia a mão à arvore já não estava lá. A escuridão aos poucos foi dispersando e ele novamente podia ver as silhuetas das plantas e da pessoa que se aproximava.
“Celeste, ainda bem que ocê ta aqui. Eu achei que eu tava perdido, minha imaginação estava me pregando uma peça das boa.”
“Eu escutei seus grito e vim te encontrar. Agora vem, vamo pra casa homi.”
Os dois começaram a andar pela mata. Celeste na frente mostrando o caminho e José seguindo enquanto elogiava a mulher por salva-lo. Ela por sua vez andava rápido e ficou calada a maior parte do tempo somente respondendo com um “uhum” as perguntas do bêbado.
*****
Enquanto isso, Celeste, a esposa de José, conversava com um amigo de seu marido em sua casa. Ele contava a ela que José havia entrado na mata, estava bêbado e descontrolado. Isso havia mais de uma hora e com certeza ele estava perdido porque o trajeto não demorava mais do que dez minutos. Ela sabia que não havia nada a ser feito a não ser esperar até amanhecer e ir procurá-lo.
Com a mão no rosto Celeste chorou por horas seguidas, apesar de seu marido não ser perfeito ela o amava e seus filhos também. Por isso ela não queria perde-lo.
*****
“ Óia, eu sei que eu tava perdido, mas porque tamo demorando tanto? Se eu tava tão longe de casa assim como ocê me escutou?” – questionava o bêbado.
“Estamos chegando, logo logo ocê vai chegar em casa, oia a luz ali.” – respondeu a mulher.
José olhou para frente e viu uma luz branca em meio a vegetação. Afobado ele saiu correndo em direção ao seu destino. Quando ele passou pela ultima árvore ele levou um susto e parou imediatamente com medo de perder sua vida. Por pouco ele não caiu no penhasco a sua frente.
“Sua desgraçada. Ocê ta tentando me mata? – gritou José olhando a mulher que ainda estava caminhando em sua direção.
Celeste não disse nada e continuou caminhando em direção a José que esperava que ela se aproximasse para dar-lhe umas bordoadas. A luz da lua cheia iluminou o rosto daquela que supostamente era sua esposa.
Para o terror de José, quem o guiou para fora da mata não foi sua esposa, mas uma figura que ele não podia imaginar o que era. O rosto lembrava uma cabra misturada com um cavalo com olhos grandes em formato elíptico, mas coberto de escama vermelha. O corpo parecia humano, mas era coberto de pelos negros e brilhantes. No lugar dos pés havia um par de cascos. O ar que antes estava fresco e cheirava a plantas havia se transformado em um ar pesado e denso, o cheiro de enxofre no ar era muito evidente para ser ignorado.
“Vai de reto Sat...” – tentou gritar José.
Com uma velocidade inumana a criatura correu em direção a José. Com um de seus cascos ela bateu no peito do homem que foi arremessado no precipício. O bêbado sentiu o casco bater em seu peito, seus pulmões não obedeceram a ordem de respirar. Seus pés saíram do chão e ele outra vez viu o mundo girar descontroladamente.
O José girou dezenas de vezes até atingir uma pedra que ficava em baixo do precipício. Seu corpo contorcido ficou estático e seu olhar petrificado. Sangue escorreu por debaixo de seu cadáver manchando a pedra de vermelho. Olhando com deleite lá de cima do precipício estava a criatura. Sorrindo com seus dentes grandes e pontiagudos. Ela diz ao espírito de José que esta sendo carregado por vultos sombrios enquanto se debatia e gritava.
“Não se preocupe, logo logo você vai chegar em casa.”




